Quando estás a conduzir, vês pelo retrovisor que a bebé conseguiu meter sozinha a chucha na boca... e dás por ti com os olhos cheios de lágrimas, num misto de felicidade - "oh! Já está tão crescida!" - e melancolia - "por favor, não cresças tão rápido!"
25 de novembro de 2016
6 de novembro de 2016
Amar-te é...
... chegar a domingo à noite cheia de saudades, depois de passar o fim-de-semana a dividir-te com avós, tias e tios... e ficar feliz por ter-te novamente só para mim :)
(Nunca ninguém morreu de excesso de mimos, pois não?!)
4 de novembro de 2016
Três meses de ti: o melhor de mim!
Vieste mudar tudo. Para melhor. Muito melhor. Vieste ensinar-nos que o amor não tem limites. Que este amor, o nosso, cresce a cada dia que passa. Porque amar-te é viver assim, com o coração fora do peito. E não há maior lição de vida do que essa!
20 de setembro de 2016
Eu, lamechas me confesso...
Tu ainda não o sabes, filha, mas tens a capacidade de me fazer apaixonar por ti todos os dias.
E todas as noites, quando vamos dormir, não consigo evitar ficar a olhar para ti, a ver-te calma e serena... E não são raras as noites, em que neste momento de contemplação, as lágrimas teimam em cair. São lágrimas de felicidade. De agradecimento. Por um amor tão grande que não cabe no peito.
4 de setembro de 2016
Um mês de ti: o melhor de mim!
Sei que parece cliché, mas há precisamente 1
mês conheci o verdadeiro sentido da palavra Amor! Um amor arrebatador, maior do
que qualquer sentimento alguma vez experienciado. Um amor daqueles que não cabe
no peito. Que nos engrandece e que nos esmaga. Que nos faz dar o melhor de nós
mas que torna visíveis os nossos maiores receios e fragilidades.
Quando soube que estava grávida, o meu primeiro
pensamento foi “ups! e agora?!”. Nesse momento vi surgir em mim todo um
conjunto de incertezas e hesitações. Seria capaz de te amar? Seria competente o
suficiente para te fazer crescer saudável e feliz? Estaria à altura do desafio?
Mas no dia em que, pela primeira vez, ouvi o
teu coraçãozinho acelerado bater, soube instantaneamente que seria, não só,
capaz de te amar, como já te amava profundamente. E se essa dúvida se desfez
ali mesmo, a ver o meu feijão minúsculo num pequeno ecrã a preto e branco, então
todos as restantes se transformariam em certezas com o tempo.
Começou nesse momento a maior de todas as
aventuras. E ao longo de nove meses, fui-te conhecendo e crescendo contigo.
E este amor foi crescendo também. Até ao dia em
que nasceste: o dia mais feliz da minha vida. Mas também o dia em que senti o
maior de todos os medos: o medo de (te) falhar! Porque o mais importante agora
és tu! É ter-te bem! É ter-te saudável! É ter-te feliz!
E não há maior felicidade do que sentir o teu
cheiro quando dormes ao meu colo. De te dar a mão e ver como agarras firme o
meu dedo. Ver-te sorrir quando falo para ti, mal acordas. Saber que me reconheces
no meio de todos os colos que te oferecem e que é nele que te aninhas e acalmas.
És o meu amor maior! És o maior de todos os
desafios! E tudo o que sei é que quero estar sempre aqui para ti e que darei o
melhor de mim por ti. E, na verdade, isso basta.
Sei que parece cliché, mas há precisamente 1
mês conheci o verdadeiro sentido da palavra Amor!
Um Amor Maior que o Mar!
4 de agosto de 2016
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